Tecendo a manhã – Ricardo Guilherme

Após quase dois meses e mais de uma dúzia de vídeos subidos, a série TECENDO A MANHÃ, do nosso site Cena Aberta, vai chegando ao fim. E os últimos estão, como de resto, biscoito fino. Desta vez, a fala do ator e escritor cearense Ricardo Guilherme. Um entre os grandes da atuação brasileira, ganhador do prêmio de dramaturgia da UNESCO, ele segue na verve rodrigueana. Nelson Rodrigues é, aliás, tema de vários dos seus espetáculos, como “Flor de obsessão” e “Bravíssimo”. Na breve crônica que enviou a nosso pedido lá de Fortaleza, ele diz sobre o fechamento – que também é abertura – das salas de espetáculos. E sobre a suspensão momentânea do encontro nos terrenos dessa arte ao mesmo tempo “erótica e marcial” que é o teatro. Viva o Ricardo, viva os artistas deste ofício, Brasil afora Vai passar.

Ricardo Guilherme (Fortaleza/1955) é ator, dramaturgo, diretor teatral, contista, cronista,
poeta, jornalista. Professor universitário e um dos criadores do Curso Superior de Artes
Cênicas da Universidade Federal do Ceará. Com 50 anos de carreira, participou de mais de 100 espetáculos em temporadas e apresentações no Brasil, na Europa, África e países das
Américas. Ganhou entre outros prêmios o de dramaturgia da Unesco (1987). Entre seus
espetáculos em repertório estão : “Flor de obsessão” e “Bravíssimo”, a partir de Nelson
Rodrigues; “Frei Tito: Vida, Paixão e Morte” e “Ramadança” (estes do próprio Ricardo
Guilherme).

CENA ABERTA publicará os vídeos, às segundas, quartas, sextas-feiras e sábados. Agradecemos muitíssimo a todos e todas que puderam e quiseram responder ao nosso chamado. Nossa intenção é construir com essas vozes ora isoladas não só um coro, como também um registro, um documento crítico-afetivo sobre o presente.

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